Veículo: Valor Econômico Jornalistas: Mônica Scaramuzzo e Vanessa Dezem O Brasil deverá receber, a partir deste ano, investimentos de quase US$ 1 bilhão para a construção de pelo menos três fábricas - duas de produção de equipamentos de alta tecnologia para doenças consideradas prioritárias, como câncer, e a outra para o desenvolvimento de vacinas. O Ministério da Saúde está em conversações com pelo menos cinco multinacionais para negociar a nacionalização e transferência tecnológica de medicamentos e equipamentos, com o objetivo de reduzir o pesado déficit da balança comercial da saúde, que em 2011 alcançou a marca recorde de US$ 11 bilhões. O Valor apurou que a sueca Elekta, as americanas GE e Varian, a alemã Siemens e a holandesa Philips já iniciaram diálogos com o governo e planejam fazer aportes no país. O Brasil importa quase 100% dos equipamentos de alta tecnologia para as doenças consideradas prioritárias. Segundo Carlos Augusto Grabois Gadelha, secre...
O governo Dilma Rousseff (PT) decidiu ampliar a lista de substâncias (princípios ativos) utilizadas na fabricação de remédios que ficam livres da cobrança de parte dos tributos, por meio do Decreto nº 8.271 , de 26 de junho de 2014. O impacto esperado, na prática, é uma redução de, pelo menos, 12% nos preços dos medicamentos que contenham as substâncias beneficiadas com o regime especial de utilização do crédito presumido de PIS/Pasep e Cofins. Os critérios de seleção das substâncias, definidos pelo Ministério da Saúde em conjunto com a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), levam em consideração as patologias crônicas e degenerativas; os programas de saúde do governo instituídos por meio de políticas públicas e a essencialidade dos medicamentos para a população. Para terem direito ao benefício, os medicamentos devem estar sujeitos à prescrição médica, ser identificados por tarja vermelha ou preta e destinados à venda no mercado interno. A decisão do govern...
Direção do Brasileiro e Conceituado José Padilha Sinopse: Em um futuro não muito distante, no ano de 2028, drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora, mas o combate ao crime nos Estados Unidos não pode ser realizado por eles e a empresa OmniCorp, criadora das máquinas, quer reverter esse cenário. Uma das razões para a proibição seria uma lei apoiada pela maioria dos americanos. Querendo conquistar a população, o dono da companhia Raymond Sellars (Michael Keaton) decide criar um robô que tenha consciência humana e a oportunidade aparece quando o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre um atentado, deixando-o entre a vida e a morte.
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