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Banco Central lança cartilha com novas regras para uso do cartão de crédito

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As novas regras de cartão de crédito têm o objetivo de incentivar o uso racional do instrumento e ajudar as famílias a reduzir o endividamento excessivo, afirmou o presidente do Banco Central (BCB), Alexandre Tombini, durante seminário em que anunciou o lançamento da Cartilha Cartão de Crédito. Segundo Tombini, eram crescentes as reclamações de usuários contra as empresas de cartões de crédito. Por isso, foi necessário “aperfeiçoar” esse relacionamento. “Esse ambiente representava potencial risco operacional e reputacional”, disse. Ele assegurou que BC continuará a acompanhar o desenvolvimento da indústria de cartão de crédito e débito e poderá, sempre que necessário, adotar novas medidas. Segundo ele, as novas regras não representam o “fim de um processo”. A partir do dia 1º de junho, o valor mínimo a ser pago todos os meses não poderá ser inferior a 15% do total da fatura do cartão de crédito. Esse percentual so...

Pesquisa mostra que um em cada cinco jovens tem pressão alta

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A hipertensão arterial (pressão alta) é uma doença crônica e sem cura que pode ser controlada pela adoção de hábitos saudáveis e uso de medicamentos. Nos Estados Unidos é a segunda principal causa de morte e segundo uma pesquisa da Universidade Carolina do Norte (EUA), realizada em 2008, apontou que um em cada cinco jovens adultos (entre 24 e 32 anos) teria pressão alta. As descobertas indicam que muitos jovens correm o risco de desenvolver doenças cardíacas, mas não sabem que têm hipertensão. No Brasil são 17 milhões de hipertensos. Dados do Ministério da Saúde revelam o rápido crescimento da doença causada principalmente por maus hábitos como tabagismo, excesso de sal e gordura. Aferição de pressão nas farmácias e drogarias Desde que a RDC 44/09 regulamentou a prestação de serviços como a aferição de pressão arterial em farmácias e drogarias, o CRF-SP tem se preocupado em preparar o farmacêutico para que exerça a atividade com excelência. Para isso, oferece gratuitam...

Sandoz amplia presença no Brasil com genérico biológico

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Veículo: Valor Econômico Jornalista: Vanessa Dezem A Sandoz, o braço de genéricos do grupo suíço farmacêutico Novartis, está entrando no segmento de medicamentos biológicos como forma de ampliar sua atuação no país. "Essa é uma demanda ainda não atendida no Brasil. Há pouco acesso a esses medicamentos e a Sandoz quer torná-los acessíveis", disse ao Valor o diretor-executivo global da companhia Jeff George. Os medicamentos biológicos são mais complexos, pois são derivados de materiais vivos (plantas, animais ou microrganismo) ou de células geneticamente modificadas. Como fabricante de genéricos, a Sandoz está focando na produção de drogas a partir dos biológicos de referência que, por serem mais baratas, teriam maior espaço nos mercados emergentes. Dentro dessa estratégia, a empresa vai lançar no Brasil o primeiro produto neste segmento: o Omnitrope, um hormônio de crescimento injetável. O medicamento tem como princípio ativo a somatropina e foi d...

Motivação

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Desejo uma semana fantastica!!!

Takeda Pharma vai comprar suíça Nycomed por US$ 13,6 bi (Portal Terra)

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Fonte: Reuters 19/05/2011 - A Takeda Pharmaceutical, maior companhia farmacêutica do Japão, vai comprar a rival suíça Nycomed por US$ 13,6 bilhões para obter acesso a um novo medicamento aprovado para tratamento de doenças pulmonares, que deve se provar uma importante fonte de crescimento de receita. O acordo marca a maior compra internacional por uma companhia do Japão desde que a Japan Tobacco pagou US$ 19 bilhões pela britânica Gallaher. A operação também é a segunda maior aquisição da companhia japonesa depois de comprar a americana Millennium Pharmaceuticals, especializada em tratamento de câncer, por US$ 8,8 bilhões em 2008. A Takeda, conhecida pela droga para diabetes Actos, que enfrenta expiração de patente nos Estados Unidos, também vai obter um portfólio de produtos de consumo. A transação também ajudará a empresa a expandir-se na Europa e mercados emergentes, além de gerar um aumento imediato no fluxo de caixa. A Nycomed está bem posicionada na Rússia e ...

Com suíça Nycomed, Takeda quer crescer nos emergentes

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Veículo: Valor Econômico Jornalista: Vanessa Dezem A forte presença da farmacêutica suíça Nycomed no Brasil foi um dos pontos-chave considerados na decisão da gigante japonesa Takeda de fechar sua aquisição por € 9,6 bilhões (US$ 13,7 bilhões). Anunciada por ambas companhias ontem, a transação vai permitir à Takeda sinergias que devem gerar um crescimento de mais de 30% na receita anual da companhia. O foco estratégico do negócio é, além da ampliação de portfólio, a entrada em mercados de alto crescimento em que até então a japonesa não operava. Com forte presença nos mercados asiático e americano, a companhia japonesa não tinha operações na América Latina, região que tem um forte papel nos negócios da Nycomed: cerca de 10% das vendas globais vêm das subsidiárias do Brasil, México, Argentina, Venezuela e Colômbia. Enquanto o faturamento total da multinacional recuou em 2010 - de € 3,22 bilhões registrados em 2009 para € 3,17 bilhões - as vendas na América La...

O Brasil gasta pouco com saúde?

Veículo: Valor Econômico Autor: Naercio Menezes Filho Há um debate constante na mídia a respeito dos gastos com saúde no Brasil. Muitos analistas defendem um aumento nos gastos públicos, inclusive com a criação de impostos específicos para a saúde, como a ressurreição da CPMF, por exemplo. Mas, afinal, o que mostram os dados? Será que o Brasil gasta pouco com saúde em relação a outros países? Quanto é gasto pelo setor público e privado? Quais os principais gastos privados? O gráfico mostra os gastos com saúde como proporção do PIB em alguns países do mundo, com dados de 2009 recém divulgados pela Organização Mundial da Saúde. Podemos observar que o país que mais gasta com saúde nessa amostra é os Estados Unidos, atingindo 16% do PIB. Em seguida temos Cuba, país famoso pela qualidade dos seus serviços de saúde e educação, que investe 12% do PIB. Países da OCDE, como a Alemanha, Portugal e Canadá, gastam cerca de 11%. Já o Brasil gasta 9% do PIB com saúde, integ...